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No Pontos de Vista desta semana, o colunista Gustavo Souza avalia os posicionamentos do governo federal sobre deepfakes e comenta sobre os respectivos riscos da tecnologia à sociedade.
🤖 O Governo Federal publicou no mês passado um relatório com recomendações sobre combate a deepfakes para serem consideradas no Projeto de Lei 2338, que regulamenta o uso de IA no país.
📱 Enquanto o Nordeste lidera no uso do Instagram para notícias e o Norte se destaca pelo WhatsApp e perfis de humor, o Sudeste é a única região onde a TV ainda supera as redes sociais na hora de acompanhar a política de perto.
🇧🇷 Você sabia que o consumo de notícias no Brasil muda dependendo de onde você mora? Uma nova pesquisa do Aláfia Lab mostra que não existe um padrão único: cada região do país tem seu próprio ecossistema para se informar e debater política.
📰 Você sabia que o fim do jornalismo local pesa no seu bolso? Estudos mostram que os "desertos de notícias" reduzem a participação eleitoral e desregulam as contas públicas, gerando um verdadeiro impacto político e econômico nas cidades.
🌵 Você sabia que 45% das cidades brasileiras vivem em um completo vácuo de informação? São os chamados "desertos de notícias", municípios que não possuem nenhum veículo de jornalismo local, como rádios, sites ou jornais.
Apenas a Meta AI se recusou a fazer indicações diretas, embora ainda tenha apresentado oscilações na ordem dos nomes. O relatório acende um alerta sobre o impacto e a governança dessas tecnologias na integridade do processo eleitoral.
📊 Ferramentas como ChatGPT, Gemini, Grok e DeepSeek criaram rankings de propostas e indicaram o "candidato ideal" para perfis fictícios de eleitores. A falta de transparência nos critérios e o uso de julgamentos subjetivos preocupam os especialistas.
🤖 Mesmo após as novas regras do TSE para as eleições de 2026, os principais chatbots de inteligência artificial do Brasil continuam recomendando candidatos e emitindo opiniões políticas. É o que revela um estudo do Observatório IA nas Eleições.
Voltado às famílias, o material reúne orientações práticas e baseadas em direitos para apoiar o uso mais seguro, crítico e consciente das tecnologias por crianças e adolescentes, reforçando o papel de pais e responsáveis diante dos desafios impostos pelas tecnologias digitais.
⚖️ Com a nova lei, os responsáveis passam a ter o dever de um cuidado ativo e o direito de exigir das plataformas ferramentas de controle parental e maior privacidade por padrão. Além disso, regras para perfis de crianças influenciadoras ficam mais rígidas.
📱 Educar na era digital é um desafio complexo. O novo guia da UNESCO e a chegada do ECA Digital trazem orientações práticas para apoiar famílias no uso seguro e crítico das telas, dividindo responsabilidades entre Estado, redes e responsáveis.
Para saber mais, acesse nossa matéria: desinformante.com.br/alem-do-bran... #PublicidadeDigital #BrandSafety #MarketingDigital
🤖 Para mudar esse cenário, o mercado já estuda usar ferramentas de inteligência artificial para auditar relatórios e rastrear investimentos. Já pesquisadores defendem mais transparência pelas plataformas para frear o financiamento de fake news.
Por isso, marcas buscam o "brand safety" — tática para impedir que anúncios apareçam colados a conteúdos que queimem sua reputação. Mas a opacidade das plataformas torna esse controle um desafio diário para as empresas.
📢 Você sabe para onde vai o dinheiro dos seus anúncios? A publicidade digital virou o motor financeiro da internet e tem o poder de sustentar tanto o jornalismo profissional quanto campanhas industriais de desinformação.
📉 A confiança no jornalismo atingiu sua mínima histórica global, revela o _Digital News Report 2026_ da Reuters. Pela primeira vez, as redes sociais e plataformas de vídeo superaram os sites tradicionais como principal fonte de notícias do público.
🤖 O avanço das ferramentas de inteligência artificial tem ampliado as possibilidades de criação de conteúdos sintéticos.
Na Copa do Mundo de 2026 as disputas não se restringem aos gramados. ⚽ Fora de campo, uma outra competição já está em andamento: a que envolve a circulação de informações, a segurança digital e as narrativas que disputam a atenção do público em um dos eventos de maior repercussão global.
O Brasil ocupa a 45ª posição entre 57 países no Índice Global de Soberania Digital. No segundo episódio do desinformante Explica, analisamos por que esse dado acende um alerta sobre a nossa dependência de tecnologias e fornecedores estrangeiros.
📉 O Peru vive um cenário de fragmentação partidária e alta rotatividade na presidência, gerando desgaste institucional. Erros logísticos pontuais e acusações sem provas agravam a divisão geográfica e o descrédito dos eleitores.
Na Colômbia, divergências operacionais e o histórico de auditorias privadas alimentam desconfianças sobre o sistema. Especialistas apontam que a disputa em extremos opostos no segundo turno tende a intensificar a desinformação no país.
🗳️ A estabilidade democrática enfrenta desafios na Colômbia e no Peru. O avanço de narrativas de fraude e a forte polarização política testam a credibilidade das instituições eleitorais e moldam o debate público nas redes sociais da região.
🔒 A pesquisadora argumenta garantir que a internet seja um espaço seguro e livre de abusos para as brasileiras é um dever urgente das plataformas. A tecnologia para barrar esses crimes já existe; o que falta de verdade é a disposição das empresas em agir.
No Pontos de Vista dessa semana, a co-diretora do Aláfia Lab, Maria Paula Almada, analisa a reação das big techs e do Congresso contra o novo [Decreto 12.976/2026], que exige mais proteção e agilidade na remoção de crimes digitais.
🛑 A violência contra a mulher ganhou uma nova e cruel escala com a Inteligência Artificial. Nudes sintéticos e montagens geradas por terceiros circulam rápido, enquanto as plataformas lucram com o engajamento e evitam assumir a responsabilidade.
Especialistas enxergam a iniciativa como um avanço importante contra a desinformação, enquanto setores empresariais e a oposição criticam a medida, argumentando potenciais riscos de insegurança jurídica e remoções excessivas de conteúdos legítimos.
🛡️ Entre as mudanças, as redes sociais deverão criar canais de denúncia ágeis e remover conteúdos de violência contra a mulher em até duas horas. A ANPD terá papel central na fiscalização dessas regras, buscando garantir mais segurança aos usuários.
⚖️ O governo federal publicou novos decretos para regular as plataformas digitais no Brasil. As medidas detalham a responsabilidade das empresas de tecnologia sobre conteúdos ilícitos e estabelecem diretrizes rígidas contra a violência digital de gênero.
📱 A proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital não pode depender apenas da atenção das famílias.