Dhiordan Lovestain
@dhiordanlove
Biólogo Mestre em Ecologia de Biomas Tropicais Divulgador científico, criador do canal de YouTube Eterna Busca Email: eternabusca@workmail.com
A nossa live completa sobre a inteligência das plantas, sobre como elas experienciam o mundo, interagem com outras plantas e com os animais, já está disponível 😁👇🏻👇🏻 www.youtube.com/live/g4WQoEG...
A nossa conversa com o Matheus já está no ar! Foi uma conversa incrível e muito proveitosa sobre os vírus gigantes, os bastidores da descoberta do Naiavirus e da trajetória do Matheus enquanto um pesquisador negro! Fica a dica para quem não viu😊 👇🏻 www.youtube.com/live/HRlJn7o...
Pessoal, a nossa live com o Natan Freitas, conversando sobre a ecologia das doenças, como a peste se espalha no ambiente, sobre a leishmaniose, a dengue e a leptospirose, já está disponível! Quem não viu, fica a dica 😉 www.youtube.com/live/GAVGXaX...
Foi um prazer enorme conversar com o @titoaureliano.bsky.social e aprender sobre a fascinante área da Paleopatologia! Quem não viu, a live completa está disponível 😁 👇👇👇 www.youtube.com/live/HD1Y2XM...
Nossa conversa já está disponível no YouTube, para quem não conseguiu acompanhar ao vivo! Foi um prazer poder conversar com essa pesquisadora tão incrível! A @gabrielleweber.bsky.social uma diva! Muito enriquecedor! 🥰🥰
Mas isso não signfica q os fungos não tenham consciência. Eles possuem níveis de cognição e processamento de informação diferentes dos nossos. Os fungos, por meio de suas hifas exploram o ambiente tal como nós fazemos e de forma semelhante as formigas e cupins
Dentro desta perspectiva q estamos conversando, a cognição e a consciência vão se expandindo quando mais complexos forem os orgãos sensoriais do organismo, ou seja, nós humanos obviamente temos uma capacidade de cognição maior, pq temos mais órgãos do sentido.
Comumente se pensa q somente animais seriam inteligentes (aqui no sentido de possuirem cognição) pq somente eles possuem um cérebro. Porém esta visão vem sendo questionada.
Dentro desta perspectiva essa capacidade de processamento permite aos organismos detectarem ameaças ou potencias fontes de comida e responder a ela, além de prever possíveis ameaças. Desta maneira a consciência\cognição seria uma das características fundamentais da vida!
Comumente as pessoas pensam q para existir a cognição\inteligência\consciência, o sistema nervoso seria o mínimo necessário. A fim de tornar as coisas mais simples, embora cognição\inteligência\consciência sejam coisas diferentes de diferentes graus de percepção
Fungos se comunicam e compartilham nutrientes através de suas redes de micélio (semelhante as raízes das árvores), formando sistemas complexos. Esse sistema permite com q eles explorem o ambiente, transmitam informações rapidamente e respondam a ameaças
Fungos são capazes de gerar impulsos elétricos como nossos neurônios. Essa atividade pode estar relacionada à forma como eles processam informações sobre o ambiente. Mas isso significa que eles têm algum tipo de pensamento?
Os fungos são inteligentes? Os fungos percebem o ambiente de formas surpreendentes, tomam decisões e até têm atividade elétrica semelhante à dos neurônios. Mas será que isso significa que eles são inteligentes ou conscientes? Vem entender!
A solução não está em demonizar raças, mas em educar tutores, fiscalizar a criação responsável e aplicar leis que realmente protejam a sociedade.
A ciência sugere que a melhor abordagem é focar no comportamento individual dos cães e na educação dos tutores, em vez de proibições generalizadas baseadas em raça.
Em 2009, a lista de raças foi revogada, e a lei passou a focar na responsabilidade do tutor. Agora, qualquer cão pode ser considerado perigoso com base no comportamento. Tutores de cães agressivos devem seguir cursos de treinamento e usar coleira/focinheira em locais públicos.
Na Itália, a 1ª legislação sobre cães perigosos surgiu em 2003 após ataques amplamente divulgados pela mídia. Inicialmente, havia uma lista de raças restritas, incluindo Pit Bulls, exigindo medidas rigorosas dos tutores, como uso obrigatório de focinheira e coleira.
Países como Reino Unido, Alemanha, França e Espanha têm leis restritivas para raças específicas. Mas a falta de critérios científicos levanta dúvidas sobre sua eficácia real. Um caso interessante de analisarmos é o da Itália.
Os dados de ataque geralmente são seriamente falhos com relação à coleta, relatórios e análises. Os dados são falhos principalmente no q se refere a identificação da raça do animal agressor, que geralmente não é identificada corretamente
Essa porcentagem de ataques fatais, embora aparentemente alta, pode ser proporcional aos números da raça em relação à população canina dos EUA, que, segundo algumas estimativas, pode chegar a 9,6%
Nos EUA, artigos, como o de Sacks, 2000, indicam que pit bulls foram responsáveis por 32% dos ataques fatais entre 1979 e 1998. Enquanto Delise (2002) revelou que os “pit bulls” foram responsáveis por 6,7% das fatalidades humanas entre 1965 e 2001.
O Reino Unido aprovou o Dangerous Dogs Act (1991) após ataques de bull terriers, impulsionado pela mídia sensacionalista. Porém o sensacionalismo distorce a percepção sobre certas raças.
Muitas leis restringem ou proíbem certas raças, baseadas na crença de que elas têm histórico de agressão ou potencial perigoso. Mas os dados realmente comprovam isso?
Minas Gerais implementou uma nova legislação para cães potencialmente agressivos. Mas será que essas leis realmente previnem ataques ou são medidas ineficazes? Vamos analisar!
Regulamentar cães com base na raça, sem considerar outros fatores, não tem respaldo científico. A solução deve ser mais ampla, abordando fatores como socialização, bem-estar e responsabilidade dos tutores. Afinal, o problema não é a raça, e sim a forma como o cão é criado!
Em vez de banir raças, o que realmente funciona para evitar mordidas graves? ✔️ Educação sobre guarda responsável ✔️ Treinamento adequado ✔️ Políticas de controle baseadas no comportamento individual do cão e não apenas na raça
A ciência também desmonta um dos maiores mitos sobre os cães da lista negra: a força da mordida. A ideia de que pit bulls têm mordidas de 1.800 psi (como um hipopótamo!) é um mito que foi replicado sem base em dados reais.
Pesquisadores apontam que o ambiente, a criação, o estresse q o animal sofre e o treinamento têm um impacto muito maior no comportamento do cão do que a raça em si. Ou seja, leis focadas apenas na raça ignoram fatores realmente relevantes na prevenção de ataques.
Um dos problemas é que a maioria dos ataques acontece com cães mais comuns na população, e não necessariamente os de raças proibidas. Ou seja: a chance de um ataque reflete mais a popularidade da raça do que sua “periculosidade” q consideramos intrínseca.
Muitos países já adotaram restrições semelhantes, mas estudos mostram que elas têm pouca eficácia. Na Irlanda, por exemplo, hospitalizações por mordidas de cães aumentaram APÓS a implementação da Lei de Controle de Cães de 1986 que restringia 11 raças específicas.