Instituto de Energia e Meio Ambiente
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Qualificar as decisões sobre transporte e energia no Brasil para assegurar uso sustentável do meio ambiente e desenvolvimento social e econômico. www.energiaeambiente.org.br www.linktr.ee/instituto_iema
Hoje, André Luis Ferreira, diretor-executivo do IEMA, participou de painel no lançamento do Plano Nacional de Logística 2050 (PNL 2050) e destacou avanços e pontos a serem aprimorados no planejamento de transportes do país. Assista: www.youtube.com/live/XmI7SGW...
O fruto responde sozinho por 75% de toda a produção da região, segundo o estudo “Mapeamento da sociobioeconomia: Bases para políticas de inclusão energética na Amazônia Legal”.
O emprego de etanol e biodiesel evitou a emissão de 92 milhões de toneladas de CO₂ equivalente (CO₂e) no Brasil, em 2024. Juntos, esses biocombustíveis também responderam por 25% de toda a energia consumida pelo setor de transportes no país.
O carbono negro é um poluente gerado pela combustão incompleta de combustíveis fósseis e de biomassa. Principal componente da fuligem emitida por motores a diesel e queimadas, é considerado um superpoluente climático por seu forte impacto no aquecimento da atmosfera.
Cerca de 2.600 famílias extrativistas vivem na região da Reserva Extrativista (Resex) de Canavieiras, na Bahia, tendo na pesca artesanal, na mariscagem e na agricultura familiar suas principais fontes de sustento.
Neste dia, o Brasil mostra que a transição energética pode ser uma aliada da floresta em pé. Podemos dobrar nossa produção de biocombustíveis até 2050 com desmatamento zero.
Apesar de ter uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo, com 88% de fontes renováveis, o Brasil ainda convive com o acesso limitado ou precário à energia elétrica em muitas comunidades indígenas, ribeirinhas e extrativistas da Amazônia.
As emissões de óxidos de nitrogênio (NOx) apresentaram uma redução graças ao avanço das tecnologias veiculares. Mas, com uma frota que só cresce, as emissões desse poluente precisam reduzir, sobretudo devido à formação de ozônio, poluente que continua a ultrapassar os padrões de qualidade do ar.
Em 2024, o transporte rodoviário brasileiro emitiu cerca de 204 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO₂e), medida que reúne o impacto de diferentes gases no clima em uma única unidade. Desse total, o dióxido de carbono (CO₂) respondeu por 97% das emissões.
Os dados das 24 comunidades mapeadas pelo relatório “Políticas do bem viver voltadas às comunidades amazônicas” revelam uma produção agroextrativista expressiva, que alia geração de renda associada à conservação do ecossistema.
O açaí é o produto com o maior número no escuro (mais de 33 mil estabelecimentos), seguido pela castanha-do-brasil e o babaçu, aponta o estudo “Mapeamento da Sociobioeconomia: Bases para Políticas de Inclusão Energética na Amazônia Legal”, do IEMA.
Do total de pessoas sem acesso à energia na Amazônia, 19% são indígenas e 22% vivem em Unidades de Conservação (UCs), segundo o estudo “Mapeamento da Sociobioeconomia: Bases para Políticas de Inclusão Energética na Amazônia Legal”, do IEMA.
O artigo científico "Entre intenção normativa e inclusão substantiva: capacidades estatais e sandbox regulatório no setor elétrico brasileiro”, publicado hoje, na revista Campo de Públicas, analisa os desafios da implementação do programa Luz para Todos (LpT) no Território Indígena do Xingu (MT).
No IEMA, desenvolvemos estudos e propostas para qualificar os processos decisórios relacionados aos sistemas de transporte e energia, contribuindo para conciliar o emprego dos recursos naturais com a preservação do meio ambiente, a ampliação de oportunidades e a melhoria da qualidade de vida.
O Brasil abriga cerca de 60% da Amazônia, um território onde a conservação ambiental está diretamente associada à presença e ao fortalecimento das comunidades tradicionais. São essas populações que desempenham um papel fundamental na proteção da floresta.
Energia para quem? Acesso pleno e territórios Já está disponível o penúltimo episódio do Vozes da Terra, podcast do IDGlobal. Nesta edição, com Alessandra Mathyas, do WWF-Brasil, e Vinicius da Silva, do IEMA, integrantes da Rede Energia & Comunidades. 🎧 Ouça: open.spotify.com/episode/6xWp...
O Brasil tem aproximadamente 100 milhões de hectares de pastagens degradadas, o equivalente a 12% de seu território. Desse total, 56 milhões de hectares têm potencial para sustentar a expansão da agricultura, incluindo a produção de bioenergia.
Mais de 70 mil pessoas em comunidades isoladas da Pan-Amazônia passaram a ter acesso à energia elétrica renovável graças a projetos implementados na última década.
O Brasil pode adicionar 217 GW de energia eólica e solar até 2030. Segundo o IEMA, essa expansão reduz emissões e fortalece a transição energética. O desafio é ampliar a rede elétrica com respeito ao meio ambiente e às comunidades locais.
A publicação analisa os desafios da eletrificação em nove países amazônicos e mostra que a exclusão energética continua afetando milhões de moradores da região. Além disso, cerca de 2,7 milhões de pessoas dependem de combustíveis fósseis para ter eletricidade.
Mais de 5 milhões de pessoas ainda vivem sem acesso à energia elétrica pública e de qualidade na Pan-Amazônia. O dado faz parte do estudo “Políticas públicas e experiências de acesso à energia: da agenda internacional às soluções comunitárias na Pan-Amazônia”, lançado hoje.
⚡ A Amazônia abastece o Brasil com energia renovável, mas cerca de 3 milhões de seus moradores dependem exclusivamente de combustíveis fósseis. A publicação “Energia: As Amazônias na agenda de transição”, da rede Uma Concertação pela Amazônia, em parceria com o IEMA, revela a contradição.
O IEMA está com vaga aberta para atuar no desenvolvimento de estudos técnicos relacionados ao acesso à energia elétrica, usos produtivos de energia, políticas públicas, sociobioeconomia e logística na Amazônia Legal. Saiba mais: energiaeambiente.org.br/contratacao/... #vaga
⚡🌿 O novo decreto do Luz para Todos amplia o acesso à energia elétrica e fortalece o desenvolvimento comunitário na Amazônia.
Quarta-feira, em Brasília, André Luis Ferreira, diretor-executivo do IEMA, participa de debate promovido pelo O Globo e Valor Econômico para abordar o Brasil como potência na energia limpa. Será presencial. Inscreva-se: oglobo.globo.com/projetos/transicaoenergetica #energia
🌱 Organizado pela Uma Concertação pela Amazônia, e realizado em parceria com o IEMA, o caderno “Energia: as Amazônias na agenda de transição” propõe novos caminhos para integrar energia, inclusão e conservação no território.
No dia 24, o Instituto Ar realiza o webinário “Comunicação de Qualidade (do Ar)”. A pesquisadora Helen Sousa, do IEMA, participa com contribuições sobre monitoramento da poluição do ar e comunicação de dados técnicos. Inscreva-se: us06web.zoom.us/meeting/regi...