Ponte Jornalismo
@ponte
A Ponte é um canal de informações sobre Segurança Pública, Justiça e Direitos Humanos. Acesse ponte.org Apoie: ponte.org/tamojunto
O quadro semanal da Ponte Jornalismo no Conexão Brasil de Fato vai ao ar logo mais, às 12h45. O repórter Paulo Batistella fala do arquivamento do caso da morte do menino Ryan, de 4 anos, pelo MP-SP. Para assistir, acesse youtube.com/@brasildefato Leia a reportagem: ponte.org/mpsp-arquiva...
Policial foi filmado durante protesto em unidade estadual; entidade denuncia uso de spray de pimenta e cassetetes e detenção de alunos Reportagem de Catarina Duarte ponte.org/pm-agride-es...
"Tive a sensação de que meu filho não estava mais aqui. Chorei muito. É até engraçado pensar assim, mas eu senti." - Ângela Maria Pinto da Silva, 70 anos, mãe de Marcos Tadeu Olivato Silva, desparecido desde 2024
"Para pôr um filho no mundo, é uma dor, mas uma dor, só que de alegria. Agora, a dor de perder um filho é horrível." -- Terezinha Batista dos Santos, 60 anos, mãe de Kaique dos Santos Silva, desaparecido desde 2023
“Eu tento e vou continuar tentando enquanto eu estiver viva. Se eu não tentar pelo meu filho, quem vai tentar?” -- Carla Maria de Souza, 58 anos, mãe de Saulo Moreira de Souza, desaparecido desde 2022
"Uma delegada me falou que, se um cachorro encontrasse a ossada do meu filho, ela me entregava." - Maria Antônia Pereira, 61 anos, mãe de Osmar Fernandes Pereira de Azevedo, desaparecido desde 2019
7) Agora, o portal voltou a ficar disponível, mas sem as instruções anteriores e apenas com uma mensagem informando que precisou ser removido “por má interpretação de alguns usuários”.
Imagens registram cerca de 10 policiais do BAEP agredindo jovens que deixavam escola na Consolação; especialista classifica ação como abuso de autoridade Reportagem de Mariana Rosetti ponte.org/video-mostra...
Policiais de pelotão tático atiraram e usaram spray de pimenta contra grupo de amigos e familiares, incluindo crianças, que celebrava um ano de funcionamento de uma barbearia em Florianópolis. PMSC alega que cenário era de “risco elevado” Reportagem de Paulo Batistella ponte.org/pm-derruba-e...
5) A análise por estados reforça o caráter nacional do problema. A Bahia, governada pelo petista Jerônimo Rodrigues, lidera em números absolutos as mortes por intervenção policial em 2025. O estado nordestino é seguido por São Paulo, onde o bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos) comanda.
4) Ao longo de 2025, as mortes por intervenção policial se mantiveram, em grande parte do ano, num patamar de 500 vítimas por mês. O maior pico ocorreu em outubro, com 705 mortes, seguido por novembro, com 585. O menor número foi registrado em dezembro, com 450.
2) Em 2015, foram registradas 2.427 mortes em ações policiais. Seis anos depois, em 2021, o número chegou a 6.544 — pico da série. Desde então, as oscilações são pequenas: 6.451 em 2022, 6.398 em 2023, 6.238 em 2024 e 6.519 em 2025.
O algoritmo não mostra, mas a Ponte mostra. Receba no e-mail a melhor cobertura sobre segurança pública e direitos humanos. Todo sábado. Sem filtro. ✊🏾 Gratuita: ponte.org/newsletter
14) Se somados os homicídios dolosos às MDIP em 2025, as forças de segurança protagonizaram 25% das mortes violentas no estado, outro índice sem precedentes na série histórica da SSP-SP.
10) A expansão da letalidade ao interior foi puxada, principalmente, pelas regiões de Campinas (76 óbitos) e de Piracicaba (75).
7) Assim como em anos anteriores, a ampla maioria das mortes de 2025 vitimou jovens, em especial com idade entre 18 e 35 anos (458), e homens (ao menos 823). Também se repetiu uma seletividade racial da letalidade policial: ao menos 59,7% das vítimas eram negras, de pele preta (79) ou parda (419)
5) A PM-SP foi responsável por 808 desses óbitos (96,9% do total), que a SSP-SP trata como mortes decorrentes de intervenção policial (MDIP). Já a Polícia Civil responde por 26 deles (3,1%).
Moradores da favela do Siri, no Norte de Florianópolis, tem dia de terror após a PMSC montar cerco ao local para que a prefeitura fizesse a derrubada de sete casas. Medo de retaliação forçou a saída de moradores por área de duna Reportagem de Paulo Batistella ponte.org/direito-aos-...
Policiais fizeram cerco com diversas viaturas e fuzis. Uma moradora foi baleada. Prefeitura local, sob gestão Topázio Neto (PSD), diz que demoliu sete casas e que convocou cerco policial “para garantir a segurança de fiscais e do entorno” Reportagem de Paulo Batistella ponte.org/cena-de-guer...
17) Mesmo com a queda nos homicídios, a participação da polícia nas mortes violentas segue elevada. De janeiro a novembro de 2025, 25% dos homicídios dolosos registrados em São Paulo foram cometidos por policiais, índice considerado alarmante por especialistas.
7) De janeiro a novembro de 2025, policiais mataram 752 pessoas. O número de mortes de janeiro a novembro do ano passado representa alta de 99% em relação a 2022, ano anterior à posse de Tarcísio. No mesmo período, foram registradas 377 mortes.
1) O mês de novembro registrou um pico de mortes cometidas por policiais no governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos). Foram 103 mortos, número 34% maior em comparação com o mesmo período do ano anterior.
No último áudio do ano, o repórter Paulo Batistella fala sobre a Favela do Moinho. A mobilização da favela fez número de beneficiários de imóveis gratuitos subir de 552 para 702 em dois meses. Saiba mais: ponte.org/favela-do-mo...
Felipe Petta foi morto dentro de casa. Moradores relataram à Ponte que ele havia sido jurado de morte por PMs em 15/12. Formado em educação física, jovem era usuário de drogas e não dispunha de armas, segundo vizinhos Por Catarina Duarte, Jessica Santos e Paulo Batistella ponte.org/pm-sp-mata-m...
Nada do que a Ponte fez em 2025 teria sido possível sem quem esteve do nosso lado. Obrigada a quem seguiu, compartilhou e fortaleceu o jornalismo de direitos humanos. Seguimos juntos em 2026. 💛 ponte.org/tamojunto PS: Estaremos em recesso entre 20/12 a 4/12, retornando em 5/1
5) “É uma semente de um centro de memória. A ideia é levar isso [a exposição] para outros lugares também. E a gente vai fazer um site reunindo as principais informação da história do Moinho”, disse o fotojornalista e documentarista Caio Castor, que montou a exibição e documenta a favela desde 2012.
4) Até aqui o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) anunciou apenas que pretende instalar um parque e, eventualmente, uma estação de metrô no local caso obtenha a cessão dele — o terreno pertence atualmente à União, ente sob gestão Lula (PT).
3) A ideia é criar no local o Centro de Memória e Resistência da Favela do Moinho, o que já era reivindicado pela Associação de Moradores do Moinho junto às autoridades desde o início do processo de reassentamento e ganhou maior força agora.
2) A exibição marcou uma reivindicação dos moradores para que seja criado no território, prestes a ser desocupado após acolher famílias por mais de 30 anos, um espaço de memória.
1) Famílias remanescentes da favela do Moinho, na região central de São Paulo, fizeram, no último sábado (13/12), uma confraternização na entrada da comunidade, onde foi montada uma exposição de fotos que reconta a história do local.