Rubens Valente
@rubensvalente
jornalista freelancer em Brasília
canto Guarani na entrega do relatório da violência contra os povos indígenas en 2025 >
logo mais às 20:30 será exibido na UnB o curta documentário Arnaldo, a história do militante da esquerda Arnaldo Cardoso Rocha, brutalmente torturado e assassinado pelo DOI-CODI na ditadura militar. Após o filme, haverá uma conversa com Iara Xavier, Gilney Viana, Cristiano Paixão e João Tocantins>
se a missão de um ministro da Defesa é exatamente defender um país, ou pelo menos procurar defender, não há grande exemplo a ser extraído de uma declaração como essa. Que ele entregaria o país a uma potência estrangeira sem lutar ficou bem claro, mas permanecer no cargo tem alguma coerência?
acompanhando em SP a mesa sobre o legado deixado pelo jornalista Marcelo Beraba, primeiro presidente e um dos fundadores da @abraji.bsky.social , com os depoimentos de Ricardo Uceda, Rosental Alves, Marcelo Moreira, Elvira Lobato e Cida Damasceno >
jornal de Washington revela estratégia trumpista para desestabilizar o processo democrático no Brasil > www.washingtonpost.com/world/2026/0...
acompanhando em Brasília o Encontro de Lideranças da @apiboficial.bsky.social Por uma Comissão Nacional Indígena da Verdade. Serão apresentados 8 casos de violações de direitos humanos investigados pelos indígenas e acadêmicos. O movimento indígena cobra a instalação da CNIV
embaixada em solo brasileiro subscreve ataque pessoal ao presidente brasileiro ao dizer que ele age de má-fé e é egocêntrico. Jogaram a diplomacia no lixo. O trumpismo, com apoio vexatório do bolsonarismo, vai destruindo décadas de relação civilizada entre dois países aliados.
acompanhando na Funai homenagem a Bruno Pereira, Rieli Franciscato, Maxciel Santos e Adonias Jaboti , servidores que dedicaram as vidas aos povos indígenas isolados. Bruno e Maxciel foram assassinados no Vale do Javari em 2022 e 2019 em casos que até o momento não têm desfecho no Judiciário
este país nunca viu nada igual. Um candidato à Presidência se alia a uma potência estrangeira para dar “ultimatos” ao seu opositor. Usando, como arma eleitoral, uma coação financeira contra o povo brasileiro - que a própria Suprema Corte dos EUA já declarou como ilegal.
eles vão até uma superpotência para reconhecer sua própria incompetência: o Brasil foi governado pelo seu amado líder, Bolsonaro, durante 4 anos, ele nada mudou essa situação. Exibem a essa superpotência intervencionista a fraqueza do país para defender o próprio território. Eles se dizem patriotas
ao pedir a uma potência estrangeira que declare facções como terroristas, Flávio Bolsonaro abre espaço para intervenções militares dentro do Brasil, e tb em áreas de fronteira, pois estaria fabricada a ideia de que os EUA podem agir assim, pois “combatem o terrorismo”. Silêncio dos Clubes Militares
fazer associação falsa entre jornalistas e uma facção criminosa é política abjeta. O bolsonarismo atingiu aqui o ponto mais baixo na sua já longa demonização do trabalho jornalístico. A equipe do @intercept.com.br está sob ataque no seu direito à liberdade de fazer jornalismo
o Executivo funciona normalmente. Dados positivos na economia, Polícia Federal e órgãos de fiscalização e controle trabalhando com liberdade. Política externa altiva, defende soberania nacional. Por que arrastar o Executivo para um suposto “pacto com outros Poderes”? A crise está instalada é no STF
é um caminho de muitos anos. Quando o bolsonarismo chegou com suas fake news e seu golpismo irresponsável, parte dos jornalistas já procurava fazer seu trabalho. Quase sempre timidamente, é verdade, por mil razões, e às vezes tendo que ouvir coisas do gênero >
o policiamento que inexistiu na tentativa de golpe da extrema direita em 8 de Janeiro de 2023 hoje apareceu em peso para “escoltar” uma manifestação pacífica dos indígenas do Acampamento Terra Livre em Brasília >
ontem conversamos, na tenda principal do Acampamento Terra Livre, sobre a necessidade de criação de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade, em mesa do Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, liderado pela @apiboficial.bsky.social
amanhã em Brasília o Fórum: Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, formado por mais de 60 entidades, com a @apiboficial.bsky.social à frente, abre sua tenda no Acampamento Terra Livre, a maior reunião dos povos indígenas no país. Vamos conversar sobre+
mas cadê a liberdade do cidadão na hora de escolher como gastar seu dinheiro? As empresas não se aperfeiçoam e se “superam” diante dos “desafios” criados pelo Deus Mercado? E agora recorrem à força (ilegal) do Estado para exigir que um cidadão gaste mais do que deseja e pode? É muita pergunta
a mídia vai detalhar a trajetória de Ronaldo Caiado? No pós-ditadura, ele sabotou um dos pilares da Constituição de 1988, a reforma agrária. Aliou-se ao Centrão, fez enorme pressão, anunciou o caos. A UDR de Caiado representava a extrema direita quando ela ainda não tinha esse nome.
a ministra Macaé Evaristo, dos Direitos Humanos e Cidadania, lê o pedido de desculpas do Estado à família de Marçal de Souza, líder indígena Guarani Ñandeva assassinado em 1983 e hoje anistiado político pelas perseguições, punições e omissões da ditadura militar >
acompanhando na Comissão de Anistia o julgamento que poderá conceder a Marçal de Souza o reconhecimento de anistiado político. Assassinado em 1983, Marçal poderá ser a 1ª liderança indígena reconhecida como como tal pela Comissão. Familiares de Marçal e o procurador do MPF Marco Delfino acompanham +
a queda da aprovação de Trump > www.economist.com/interactive/...
agora há pouco a Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) soltou esta nota confirmando o que escrevi aqui ontem, que o delegado assumiu cargo na Seopi/MJ depois da confecção do dossiê contra os antifascistas. Não conheço o delegado, só fiz a observação ontem por questão de coerência >
tendo sido o autor da reportagem sobre o dossiê antifascista, me vejo na obrigação de esclarecer: o citado delegado não ocupava a chefia da Seopi na época da confecção do dossiê. Foi escolhido para o cargo justamente APÓS a revelação. Não há indicação de que trabalhou de alguma forma no dossiê
os “comandantes militares” (anônimos) não têm que se meter em assunto policial-judicial. Eles não têm que cobrar nada de um chefe do Executivo sobre assunto afeto ao Judiciário. Não é quartel, Executivo não “manda” no STF. Os “comandantes militares” são beócios sobre funcionamento dos Poderes?
ano após ano, o “mercado” errou o PIB no governo Lula. Hoje saiu o resultado de 2025, revelando um novo engano. A imprensa pode e deve continuar ouvindo essas “previsões”, mas seria obrigação lembrar, nas mesmas reportagens, essa sequência impressionante de erros (não vai). Questão de transparência
ele prometeu que iria “parar o caos” no Oriente Médio e disse querer “paz” na região. Ele disse 53 vezes que iria parar a guerra contra a Ucrânia em apenas 24 horas ou mesmo antes de tomar posse na Presidência. Uma pergunta nesses dias: o seu eleitor se importa com essas incoerências ou tanto faz?
escrevi em 2018 e 2022: bolsonaristas, em especial o “agro”, espalharam centenas de outdoors pelo país que pediam explicitamente voto em Bolsonaro antes e durante as eleições. Não deu em nada, o TSE não viu problema. São eles que agora vêm falar de regras eleitorais? Antes tarde do que nunca
este é o trabalho que se espera da imprensa todo dia sobre direita, esquerda, centro: ir além da espuma do declaratório, investigar os factoides e afirmações caça-cliques, verificar as consequências das falsas soluções. O tuíte de @conradohubner.bsky.social informa mais que 300 manchetes de jornal >