Comprei a edição portuguesa da CRP porque 1) é a mais prestigiada, embora a tradução do Costa Mattos seja boa, 2) é de capa dura (a minha da Vozes já está se desgastando com 1 ano de uso) e 3) sou obcecado pelo Kant, e acho que essa obsessão vai me levar à ruína financeira, vai vendo.
Esse trecho da CRP me impressiona toda vez que o leio. Há grandeza e miséria aqui, e suas consequências podemos sentir, creio eu, mais agudamente hoje em dia do que na época de Kant.
Relendo meu diário de anos atrás, encontrei essa entrada. Ri do "Que pena!!!!!" Como eu era exagerado hahahaha
Livraço. É uma boa introdução ao pensamento do Tio Chopp, cuja clareza é encantadora, além de servir para entendermos melhor algumas teses kantianas.
É pertinente demais essa crítica do Tio Chopp ao Kant, embora ele não o cite diretamente.
Meio de cara que já na CRP o Kant desfaz o círculo argumentativo que retorna na Fundamentação.
Acho que o pessimismo sexual da Camille Paglia tem como de suas heranças a Susan Sontag, que aqui me parece muito mais lúcida do que o papinho boboca progressista sobre o sexo.
O notebook tem mais de 11 anos, de modo que me vi impelido a testar a saúde do HD e até agora tá tudo correndo bem.
Meu Deus ficou parecendo que eles estão olhando direto pra um cur e eu tenho certeza que foi a mente vulgar do Rô que pensou nisso (ou talvez seja só a minha mente mesmo...)
Inventei de instalar o kernel do CachyOS no Arch e não me toquei que é um binário, mas o código fonte, de modo que o negócio tá compilando e vai demorar uma eternidade.
Ontem, na Unicamp, vi esse cartaz num ponto de ônibus anunciando uma academia de artes marciais. Yukio Mishima sempre guardando meu caminho.
O que nos confunde é que a experiência nos aparece primeiro, mas suas condições de possibilidade (as formas da sensibilidade e do entendimento) são dadas a priori, porque do contrário nenhuma experiência seria possível. Trata-se, portanto, neste último caso, de uma "aprioridade" lógica.
Gosto demais das ênfases da Susan Neiman em sua leitura de Kant. Ela jamais perde a noção do todo da filosofia kantiana, que é trágica, um aspecto que, até onde pude ver, geralmente é pouco abordado.
Kant desautorizando qualquer um que possa tomá-lo como um idealista no sentido mais corrente do termo.
Carai o Nazarian botou pra foder aqui. Me lembrou de um colega universitário que parece que engoliu um livro do Machado kkk