O cinema brasileiro ocupa agosto em várias frentes: documentário, ficção científica, drama e relançamento de clássico. Entre Os Ruminantes, Corrida dos Bichos e Cinema, Aspirinas e Urubus, há uma boa prova de que nossa produção não cabe em uma única prateleira.
A indústria espanhola chega aquecida: Fernando Franco filma Lorca, Albert Serra abre espaço em San Sebastián e os streamings seguem comprando produções ibéricas. Entre cinema de autor e suspense, há um mercado local cada vez mais atento — e movimentado.
Homem-Aranha: Um Novo Dia entrou no clube do bilhão em tempo recorde e só reforça uma coisa: o Aranha ainda é um fenômeno de público. Em poucos dias, o filme já virou um dos maiores eventos de bilheteria de 2026.
A série Café com Canela começou a ser filmada no Recôncavo Baiano e já chama atenção por ampliar o universo do longa de 2017. Com direção de Ary Rosa, Glenda Nicácio e Babu Santana, a produção promete afetos, perdas e novos recomeços.
A nova Mostra de Veneza coloca os grandes nomes no centro da conversa: Herzog, Kore-eda, McDonagh e o aguardado retorno de Moretti. É uma programação que mistura prestígio, força autoral e muita expectativa.
A 33ª edição do Festival de Cinema de Vitória premiou obras que ajudam a desenhar o cinema brasileiro de agora, com atenção especial para narrativas indígenas e do Nordeste. A Caminhada Sagrada de Tatatxi Yureté e Babaçu Love saem entre os destaques.
Com 7 filmes inéditos no país, a 5ª Mostra de Cinema China Brasil transforma o Rio em ponto de encontro entre culturas. A programação mistura exibições, ações educativas e ocupação de espaços públicos, o que dá ao evento um alcance bem interessante.
Camila Pitanga vai interpretar Clara Nunes numa cinebiografia que já nasce com cara de evento. A escolha combina uma grande atriz com uma das vozes mais marcantes da música brasileira.
A Universal fechou com a Atari pra adaptar 10 jogos clássicos pro cinema. Tem Pong, Asteroids e Centipede na lista — e eu já tô curioso pra saber como vão transformar isso em filme.
O Bogotá Audiovisual Market 2026 mostrou uma safra forte de projetos latino-americanos: terror social, thriller policial "bem latino" e até animação 2D delicada. A América Latina tá produzindo histórias cada vez mais ousadas e originais.
O Brasil volta a disputar o Leão de Ouro em Veneza com Retorno a Buenos Aires, coprodução ítalo-brasileira dirigida por Marco Bechis. O filme acompanha um homem que retorna à Argentina após 33 anos para depor contra militares da ditadura.
ESPANHA CAMPEÃ DO MUNDO? Então bora começar a semana vendo Dor e Glória! Filme do Almodóvar em estado de graça: uma reflexão íntima sobre memória, dor, criação e mortalidade, guiada pela performance arrebatadora de Antonio Banderas. O filme transforma crise pessoal em uma carta de amor ao cinema.
George Clooney foi anunciado como o próximo homenageado com o Leão de Ouro por carreira no Festival de Veneza, marcado para 2 a 12 de setembro. O anúncio reforçou o peso de Veneza como termômetro de prestígio antes da temporada de premiações do segundo semestre.
Gramado anunciou sua 54ª edição com seis ficções na disputa principal e "Antártida" abrindo o festival. A seleção reforçou o papel do evento como termômetro de prestígio para o cinema brasileiro, antecipando debates sobre estética e vitrine de lançamentos.
O Uruguai instituiu por decreto um crédito fiscal transferível de até 30% para produções audiovisuais, complementando seu cash rebate já existente. A medida elevou a disputa regional por incentivos e colocou pressão sobre Brasil e Argentina para atualizar seus próprios mecanismos.
Entre drama, comédia evangélica, documentário de aventura e melodrama, a Netflix confirmou cinco novas produções brasileiras no Rio2C 2026. A escolha por gêneros como MED indicou espaço real para formatos ainda pouco testados no streaming nacional, abrindo caminho para novas parcerias e talentos.
O mercado de cinema brasileiro surpreendeu em junho: apesar da Copa do Mundo, o mês somou recorde de público pós-pandemia e ultrapassou R$ 1 bilhão em bilheteria no ano. Para produtores, o dado indicou previsibilidade real na hora de planejar estreias.
Com bilheteria fraca e projeção de perdas de até US$ 120 milhões, Supergirl se tornou um alerta financeiro para a Warner/DC. O caso reacendeu o debate sobre até que ponto grandes estúdios conseguiam sustentar franquias fora dos personagens mais consagrados.
Depois de 10,3% de market share em 2025, o cinema brasileiro apostou tudo em franquias e nomes fortes para crescer em 2026. De "Velhos Bandidos" a continuações de sucessos, o setor testou se conseguia converter reconhecimento em bilheteria.
R$ 1,36 bilhão acumulado em 2026. Melhor semestre pós-pandemia. E ainda assim Toy Story 5 está 1 milhão de espectadores abaixo do ritmo do Toy Story 4. A Copa do Mundo cobra seu preço — mesmo das animações da Pixar. ⚽🎥
A CineOP premiou Irritante prodígio e ainda promoveu o cine-concerto Canção para o Novo Mundo, com Titane e Túlio Mourão. Em Ouro Preto, a mostra reforçou que cinema também é memória, música ao vivo e espaço para novos nomes do audiovisual brasileiro.
A presença da Spcine em Annecy reforçou a estratégia de internacionalização do audiovisual paulistano. No festival, a cidade levou obras, projetos e profissionais, mostrando que São Paulo também disputa espaço na animação, nas coproduções e no mercado global.
A Warner já foi vendida pra Ted Turner, pra AOL, pra AT&T e pra Discovery. Cada fusão prometia revolucionar o entretenimento. Cada uma deixou um rastro de filmes cancelados, séries deletadas e catálogos sumidos. Agora tem novo comprador em vista. 👀
A disputa por produções audiovisuais virou política industrial. A medida da Califórnia mostra como estados e países competem com incentivos para segurar filmes e séries, e como o mapa da produção global é cada vez mais definido por crédito fiscal, emprego e retenção. 🎬 buff.ly/NdJNZ4c
Relançar um clássico não é só celebrar o passado: é estratégia de memória, mercado e reposicionamento. “Xica da Silva” faz 50 anos e retorna aos cinemas como prova de que o catálogo brasileiro ainda tem muito valor a ser explorado. ✨
Em vez de Melhor Fotografia e Melhor Som, o Festival Recanto do Cinema premia "aspectos singulares de cada obra". Uma decisão pequena que diz tudo sobre quem esse festival quer alcançar. Inscrições até 2 de julho, gratuito em novembro. 📽️ buff.ly/Nzzibk6
O Brasil está no Festival de Xangai com 44 representantes, mostra de filmes e negócios com plataformas digitais asiáticas. Enquanto o mundo debate se o cinema nacional tem futuro, a delegação brasileira está fechando acordos de coprodução na China. 👀
Existe aquele clássico que todo mundo ama e você simplesmente não consegue gostar. Qual é o seu? Prometemos não julgar muito. 👀🍿
Qual foi o primeiro filme que te fez perceber que cinema podia ser mais que entretenimento? Conta aí, queremos saber a origem de cada cinéfilo dessa timeline. 🎥
O Brasil superou R$ 1 bilhão em bilheteria em 2026 — melhor resultado desde a pandemia. O Agente Secreto já está em 10º lugar com R$ 26,3 milhões. O cinema brasileiro cresce. A fatia dele no próprio mercado ainda preocupa. 🎬