JLfernandes
@jlfernandes
A vida é 10% do que te acontece e 90% de como reages.
Itália não se deixa mandar. Enquanto alguns governos preferem ceder à pressão e brincar com a segurança interna, Roma lembra o óbvio, fronteiras não são sugestão, são responsabilidade. E ultimatos vindos de quem não controla nem o próprio caos soam + a desespero do q a liderança.
A vitória de Abdul El-Sayed nas primárias do Michigan mostra o Partido Democrata em rutura. O eleitorado moderado está a abandonar o partido enquanto a ala mais radical assume o comando. Este momento marca o princípio do fim dos Democratas como força eleitoral.
Sánchez transformou a crise migratória em Ceuta num exercício de comunicação: muita indignação encenada, pouca resposta estrutural. Entre discursos e soluções adiadas, fica a pose de q a prioridade não é resolver, é gerir a perceção. A realidade continua a entrar pela fronteira.
Luís Neves em conferência de imprensa: Atrelado com droga? “Poupámos ao Estado.” Empreiteiro amigo? “Coincidência.” Legitimidade? “Estive sempre do lado certo.” O lado certo é aquele em que o Estado paga, o atrelado some e a explicação sobra. 🎭
Dia a dia de Putin, em 2026 Acorda, lê relatórios que dizem “economia estável”, enquanto salários em atraso duplicam e notícias desaparecem. Reúne com generais que falam de “vitórias”. Entre o palco e o pânico, Putin gere a decadência com a precisão de um cronómetro soviético.
A ONU só cumpre o seu papel quando protege TODAS as vítimas da mesma forma. Quando isso não acontece, não é neutralidade é seletividade. E seletividade em direitos humanos é sempre uma forma de falha moral.
Portugal deixou de ser low cost para nómadas. D8 = 3.680€/mês comprovados + seguro + casa 12 meses + NIF + conta + poupança. Ficar 183 dias/ano ou perdes o visto. Espanha aperta também. D7 continua para rendimentos passivos. O sonho existe, o preço mudou.
A “normalidade” do governo Sánchez continua: a mulher do primeiro-ministro vai a julgamento e fica sem passaporte. Em Espanha, o drama político já nem precisa de guião.
Putin pode estar a enfrentar um segundo foco de instabilidade para lá da Ucrânia: a Chechénia. Segundo a Foreign Policy, a eventual saída de Ramzan Kadyrov reabre a questão da sucessão num território sustentado por lealdades pessoais, repressão e dependência de Moscovo.
Ucrânia voltou a mostrar que já não fala só da defesa do seu território: também consegue projetar a guerra no coração simbólico da Rússia. O ataque ao terminal petrolífero em S. Petersburgo, é mais do que uma operação militar, é uma msg sobre alcance, pressão e vulnerabilidade.
"Yellow Ledbetter", um dos riffs mais reconhecíveis do rock dos anos 90 e, ironicamente, uma das músicas mais incompreendidas da banda Pearl Jam Reposted from @planetarock_
Os telefonemas entre Trump e Netanyahu revelam uma relação cada vez mais tensa. Segundo a imprensa, há divergências sobre a condução da guerra e sobre os próximos passos na região, num sinal de fricção entre aliados que já não convergem de forma automática.
Até o governo de Putin já admite o óbvio: a guerra na Ucrânia está a tornar-se incomportável para a Rússia. O Kremlin pode insistir na narrativa da força, mas a conta está a chegar — e está a ser paga pela economia russa e pela população.
Sinceramente, como é que é possível esta coisa levar marca Ferrari? Ninguém é chamado à responsabilidade? Este EV é, esteticamente, aberrante. E chamam a isto Luce.
No Sporting, a continuidade de Rui Borges poderá ser mais uma aposta na esperança do que na evidência. E quando uma época termina sem título e com tantas dúvidas por responder, o problema já não é só o resultado, é a confiança que ele deixa de inspirar.
Numa noite que parecia saída de um filme, mais de 100 robotáxis da Baidu ficaram parados no meio do trânsito em Wuhan, depois de uma falha no sistema. Houve passageiros presos dentro dos carros, vias bloqueadas e muita incerteza sobre o que fazer a seguir. O episódio deixou um aviso claro.