Marga Dambrowski
@margadambrowski
Redatora e roteirista Parcerias: margadambrowski@gmail.com
O Barbante precisa continuar, gente! ❤️ Últimos dias para apoiar meu projeto de Literatura e me ajudar a rechear essa rede com histórias de grandes escritores. O apoio pode ser nesse link do Apoiase ou facinho pela chave pix: margadambrowski@gmail.com Muito obrigada! :) apoia.se/barbante
Hora de um respiro no dia para essa preciosidade: Dori Caymmi, filho de Dorival, pelas palavras gentis do querido Danilo Bresciani. O vídeo é antigo; a matéria tá fresquinha. :) revistaescuta.wordpress.com/2026/06/26/d...
Mais para frente, o ritmo começa a acelerar e a complexidade se acentua. Depois... bem, depois fica com vocês a missão de descobrir quando e como aparecem o menino, o diretor, o pai, a mãe, Cora e o namorado anestesista. Todos em pouco mais de nove linhas. +
A certa altura, a dificuldade vai aumentando na mesma proporção que aumenta a tensão com a entrada dos coadjuvantes. E aqui a coisa fica ambígua: quem chama a mãe de boa senhora? +
Em outro parágrafo, o narrador transita entre três personagens e dá voz a pensamentos e diálogos que alternam preocupação, ironia e ternura – todos na mesma frase, separados apenas por vírgulas. +
quando desvendar as pistas deixadas ao longo dos longos parágrafos. Nesse trecho, o nível de complexidade ainda é pequeno e fica fácil entender quem são os personagens, bem identificados em cada frase, mas à medida que a leitura avança, a colcha de retalhos começa a se formar. +
A inventividade de Julio Cortázar está espalhada em clássicos que provocam questionamentos e aguçam diversas interpretações. “Casa tomada” e “O jogo da amarelinha” são arrebatadores, mas existe um outro tesouro capaz de tirar ainda mais o fôlego: “Senhorita Cora”. Vem de fio! +
“A luz é como a água” Um dos meus contos preferidos de Gabriel García Márquez 💛 “(...) Na noite de quarta-feira, como em todas as quartas-feiras, os pais foram ao cinema. Os meninos, donos e senhores da casa, fecharam portas e janelas, e quebraram a lâmpada acesa de um lustre da sala. +
Pedro Páramo foi protagonista do primeiro fio que postei aqui no Bluesky. Nem dava pra colocar vídeo ainda, daí coloquei prints :) O início célebre já traz o aviso: "Vim a Comala porque me disseram que aqui vivia meu pai, um tal de Pedro Páramo”.
Que lindos, que linda! ❤️ Paola foi tão, mas tão generosa comigo. Mesmo sem me conhecer pessoalmente fez esse post querido pra divulgar meu trabalho. Jamais vou esquecer ❤️
“Se tu me amas, ama-me baixinho Não o grites de cima dos telhados Deixa em paz os passarinhos Deixa em paz a mim! Se me queres, Enfim, Tem de ser bem devagarinho, amada, Que a vida é breve, e o amor mais breve ainda…” 32 anos sem Mario Quintana, o nosso poetinha 🤍
Aqui o texto completo, cortesia do maravilhoso Portal @cronicabrasileira.bsky.social ❤️ cronicabrasileira.org.br/cronicas/194...
Uau, que honra! Evandro é gigante, essas fotos são preciosidades
Sim! Evandro conseguiu tirar a foto porque era vizinho de Leno, capitão do Exército, que veio com a notícia às 5h da manhã: “Estourou o golpe, estou indo pro forte. Topa tentar entrar escondido com tua câmera?”
Para mim, a minha vida era semelhante a uma pedra que eu não podia erguê-la e de tanto pensar fui adquirindo o hábito de não reclamar, não lamentar. Para que mortificar-me com o impossível.” Carolina Maria de Jesus "Um Brasil para os brasileiros” “Diário de Bitita"