Allana Dilene
@allanadilene
Round face, round eyes. They were a pretty round character, after all. Conheça meu trabalho! www.allanadilene.com
Lemos Arlindo na pandemia quando começamos a namorar. Na CCXP, Edu comprou um print liiindo na mesa dela, além de outros itens (como um apontador no stand da Faber castell). Emolduramos o print, levamos conosco pra Chicago mas infelizmente perdemos na mudança de volta. Também pude comprá-lo de novo.
Hoje conseguimos o autógrafo de @ilustralu.bsky.social no print de uma commission que fiz com ela. Foi tão gostosinho ver a cara dela de "Eu conheço vocês de algum lugar..." e constatar que éramos o casal do desenho feito por ela. 😁 Apoiem artistas, gostoso demais. (tá no plástico pq vou emoldurar)
Mas rapaz, e não é que @eduguimaraes.bsky.social tava certo esse tempo todo? Esse quadrinho é bom mesmo
Uma das diversões aqui de casa é eu "dublar" (que nada mais é do que ler em voz alta) os quadrinhos de @paulomoreira.bsky.social pro @eduguimaraes.bsky.social, que é carioca. Que quadrinho gostoso e divertido! Que coisa boa ler uma história em JP tão autêntica, e ainda com um simpático Kaiju.
Not a phase. Upgrade 3.9 devidamente comemorado. O hardware ja tá dando uns problemas aqui, mas com a devida manutenção deve durar bastante.
Hoje foi um dia em que tudo deu errado (nada grave, só deu errado mesmo) Mas uma atendente elogiou meu cabelo e ele tá muito legal.
Detesto quase qualquer exercício unilateral, mas o afundo tem um lugar especial no inferno (só um pouco acima do agachamento búlgaro). O joelho dói, o pé de trás DÓI MUITO, os dedinhos doem, não consigo descer tanto quanto o desenho com halteres e quando termino as pernas tão tremendo. MAS EU FIZ.
Just finished this one. Really good reading, really good prose. I'm very curious to see the Brazilian translation when I get back home. @amalelmohtar.com @maxgladstone.bsky.social
Meu amigo, que quote. Um cristão de verdade. Chega deu uma esperança.
Teve mais coisas no caminho, mas eu terminei este quadrinho e achei legal. Um homem em luto começa a ter experiências que não sabe se são reais ou não, e acaba se vendo em um labirinto no qual precisa encontrar a filha.
Alguém sabe de alguma empresa no Brasil que tenha um produto assim?
FINALMENTE assisti a A Substância (Coralie Fargeat, 2024). Filmão. Horror corporal na sua melhor forma, com o perdão do trocadilho. Não tive medo (o que achei ótimo), mas pude sentir o misto entre repulsa, indignação e empatia nas quantidades certas. Uso de cores e espaços incrível. Bom demais.
Nosferatu (2024, Robert Eggers). Muito feliz de ter visto no cinema. Mas admito que a reação conservadora de muita gente me levou a pensar que o filme seria mais chocante (o que não é um demérito). Uma releitura que acrescenta a seus predecessores.
The Assassin (2015, Hou Hsiao-hsien). Revisitei esse filme porque me lembrava de ele ser bastante contemplativo e muito bonito, opinião que mantenho. Tem um ritmo lento, bem lento, e uma fotografia belíssima que brinca muito com tecidos e cores.
Cidade das Sombras (Dark City). Esse eu tinha visto ainda na adolescência, numa noite muito regada a refrigerante e comidinhas, e não lembrava de nada. Ainda não sei se gosto do filme, mas ele é bem evocativo em termos de imagens e temas.
O Dublê (Fall Guy) Tudo é brega: as falas, a história, a música, e é divertidíssimo. Altas risadas.
Dragon Age: The Veilguard. Comecei a gostar depois das 40h de jogo (e eu já teria abandonado outros, mas resolvi insistir). Que bom, porque melhora. Na minha opinião que não vale de nada, não bate DA Origins, mas diverte. Sinto que tô na metade dele.
Blue Box (saindo semanalmente na Netflix). Anime de romance fofinho, quase câmera lenta no slow burn. A coisa mais inverossímil dessa história é que os adolescentes são muito maduros e não tão arrumando treta na internet.
Segunda (e infelizmente última) temporada de Arcane. Tragédia. Fascismo. Resoluções políticas apressadas e deixam a desejar, mas arcos narrativos incríveis de personagem. Irmãs que viram inimigas que viram irmã-inimigas. E muitas coisas mais que eu não quero dar spoiler.
The Seven Husbands of Evelyn Hugo. Entendi finalmente o frisson das fanfiqueiras e amantes de histórias sáficas. Não curto muito primeira pessoa (gosto pessoal), mas logo o livro me fez esquecer isso e a história é muito bem contada. Gosto como os bastidores dos estúdios de cinema são retratados tb.
Friday: Book One. Não conhecia os autores e fiquei muito feliz de ter levado os três volumes, pois acabei de ler o primeiro E QUE CLIFFHANGER, meus amigos. Me senti realmente um peixe, totalmente fisgado. Vibes meio Sabrina, dois jovens investigando mistérios sobrenaturais em uma cidadezinha.
Trying a vegan burrata recipe in the day I trained arms was not a very good idea...