beric dondarrion
@callofjunqueira
Fiel à ficante. Entusiasta de cuscuz paulista. Ainda joga Skyrim. Último fã de Dragonforce. Adotado aleatoriamente pela torcida do Atlético-MG. Já deu uma caneta de choque pro Tony Ramos. 🏳️🌈
Que energia mais aleatória entre o Gwayne e o Cole nesse episódio.
O LP tá encaminhado e vindo pra cá. Mas, vale deixar mais alguns registros do FAQ dos queridos aqui.
Comprei um LP numa loja da Finlândia. Aí o pós vem por e-mail. E assim. A FALTA QUE FAZ UM RECLAME AQUI E UM RUSSOMANO NESSES PAÍSES DE 3º MUNDO
O ser humano tem essa fixação pelo cringe, pelo bizarro, pelo medonho. A gente se flagra consumindo conteúdo de horror cósmico, terror puro, caos total. É uma coceirinha gostosa no lado ruim da alma. E é tipo quando a gente revisita o dia em que essa senhora achou que isso aqui seria uma boa ideia.
Quando o meteoro cair, só vai sobreviver barata e brasileiro, mesmo.
Tava MAMADAÇO e inventei de comprar um quadro do Shiryu de Dragão com a camiseta do Atlético. E é a parte mais legal do meu canto do escritório.
Skyrim foi o jogo, inclusive, que me rendeu, mais de uma década atrás: - O ódio por vampiros que eu carrego até hoje. Destesto em QUALQUER mitologia. Skyrim me transformou no FRAN HELLSING; - Uma tatuagem na mão esquerda.
Três dias moddando Skyrim pra ter uma vivência homoafetiva tolkeniana.
A quem interessar possa. O X, aquele longínquo continente deixado para trás, está assim agora.
Rings of Power tem todos os problemas do mundo, em que pese eu admitir que a segunda temporada me cedeu bons momentos. Dito isso, falando nela, tem sequências que são do caralho. DO CARALHO.