Emerson U. Cervi
@ecervi
Cientista político. Professor da Universidade Federal do Paraná. Grupo de pesquisa em Comunicação Política e Opinião Pública www.cpop.ufpr.br
Saiu Artigo sobre a abstenção nas eleições de 2024 e como ela tem tudo para definir a eleição de 2026, pode interessar. Aviso de spoiler: comparecem menos para votar os eleitores de meia idade, em cidades grandes e médias e da região Sudeste. link: revistas.pucsp.br/index.php/au...
1/2 Mais da metade dos diretórios partidários estaduais que estão definindo candidaturas para majoritárias estaduais e listas para disputas proporcionais não foram eleitos. São comissões provisórias ou interventoras definidas pelos diretórios nacionais.
O mês de julho é a transição entre o período de pré-campanha para o efetivo início das disputas eleitorais na cabeça do eleitor médio. Antes disso o cidadão comum não está atento às disputas entre militâncias partidárias.
Somos 158 milhões de eleitores em 2026; A diferença entre os eleitores aptos em 2022 e 2026, segundo o TSE, foi de 1,4%, o menor crescimento nas últimas duas décadas. Texto completo: open.substack.com/pub/ecervi/p...
Com a pesquisa Quaest de julho, divulgada hoje, é possível dizer que o impacto negativo dos áudios para Vorcaro foi maior para a curva intenção de votos de Flávio Bolsonaro do que os vídeos de Michele Bolsonaro com críticas ao pré-candidato do PL.
Amanhã à noite e domingo de manhã na TV Band Paraná. Ou a qualquer momento no youtube da Band Paraná. Sobre a pré-campanha eleitoral no Paraná.
O INCT em Democracia Digital acaba de divulgar relatório técnico com resultados da primeira onda de um painel sobre comportamento político e consumo midiático.
Tem uma diferença interessante nas intenções de voto indicadas em respostas a perguntas espontâneas e estimuladas da mais recente pesquisa Datafolha. Para acessar o post completo, por aqui: open.substack.com/pub/ecervi/p...
Saiu ontem a pesquisa trimestral da CNT/MDA, com resultados para intenção de voto. A pesquisa não ganhou muito destaque nos debates pré-eleitorais, mas é importante porque marca as posições às vésperas do início da campanha. O gráfico mostra a evolução do cenário 1 estimulado.
Os números gerais da pesquisa Quaest publicada hoje mostraram estabilidade, mas, se olharmos para variações específicas, perceberemos grandes movimentos - maioria fora da margem de erro -, em especial entre eleitores "independentes", aqueles que decidirão a eleição. A ver:
Voltando à exploração inicial dos dados da pesquisa de comunicação política do INCTdd de 2026, o gráfico de hoje mostra a confiança média do brasileiro em diferentes meios de comunicação (e redes digitais) e as médias para os que indicam ter simpatia pelo PL ou pelo PT.
Dando continuidade à exploração de dados da pesquisa de Consumo de Mídia e Comportamento Político do Brasileiro, de abril de 2026, do INCTdd, o gráfico mostra os percentuais de intensidade de uso de meios de comunicação para informação política.
O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCTdd) desenvolveu em 2026 uma pesquisa sobre hábitos de consumo de mídia e informação política. Os primeiros resultados começam a sair. Em breve teremos publicação completa. Por aqui, alguns dados iniciais.
Saiu ontem pesquisa quadrimestral da CNT/MDA e, com isso, podemos comparar as manifestações espontâneas de voto para presidente de abril de 2026 com as de maio de 2022 e identificar onde estão as diferenças e semelhanças entre os dois períodos pré-eleitorais (ver gráfico).
Esse é para machucar os coraçõezinhos com mais idade. Saldo de avaliação (diferença entre positiva e negativa), por mês, nos últimos 40 anos, entre janeiro de 1987, início do governo Sarney, e março de 2026, medição mais recente.
Hoje, mais um dado sobre a normalidade do período pré-eleitoral de 2026. O gráfico mostra o percentual de eleitores indecisos quando a pergunta sobre candidato à presidência não apresenta opções. A chamada resposta espontânea, no mês de março do ano eleitoral, desde 1994.
1/3 A profa. Michele e eu registramos em um artigo científico a principal derrota temática da extrema direita brasileira na Opinião Pública, nos últimos anos. Aconteceu com o projeto de lei 1904/24, que alterava regras para criminalizar as possibilidades de aborto legal no Brasil
O gráfico de hoje vai para os áulicos que precisam bajular para sobreviver, para as Polianas da "direita moderada" e para os iludidos por uma suposta polarização recente. A linha azul mostra a soma de votos nos dois principais candidatos nas eleições presidenciais, desde 1989
De saída, no gráfico, quero destacar dois padrões: antes e depois de Bolsonaro. Linha tracejada vertical. Perceba que nos três primeiros presidentes, as colunas das avaliações ficam próximas entre entre eles. Depois há uma inversão na direção das curvas vermelha e azul.
Não é querer dizer "eu avisei", mas que eu avisei, avisei. Agora o pessoal do Paraná já pode parar de falar em candidatura à presidência de Ratinho JR. Em todos os cenários apresentados pela Bloomberg ele fica em 4º ou 5º lugar. E o mais impressionante é que empata ou perde do neófito Renan Santos.
Saiu pesquisa do Pew Research sobre a religiosidade na América Latina. Nos últimos 10 anos houve uma queda significativa de católicos entre os adultos. Mas, o que mais cresceu não foi o protestantismo, foram os "desigrejados". Não são ateus, são sem filiação religiosa.
Pessoal que anda analisando o cenário pré-eleitoral a partir de um contínuo entre 'políticos de direita", como se fossem uma coisa só, podem estar errados. Vou defender meu ponto usando uma pergunta da última pesquisa de intenção de voto da Quaest, de janeiro de 2026. Veja:
O saldo de Bolsonaro é o mais negativo. Ele não conseguiu se reeleger. O atual governo Lula, em 2025, começa com avaliação positiva oscila entre 30% e 35% o ano todo, com leve tendência de alta. A avaliação negativa oscila em torno de 40%, com leve tendência de queda.