Iara
@foifeitopraisso
Quadragénaire, mãe, imigrante, sexy, cansada, cabeluda, corinthiana, feminista desde o Orkut e das Blogueiras Feministas. Toulouse, França.
Crionço tem variado os temas dos desenhos agora na Copa. Aqui estão Mbappé e Dembelé num jogo contra a Inglaterra (a final? veremos). Notem a precisão desses uniformes. No canto da página há um jogador inglês não identificado q a gente decidiu juntos que é o Bellingham.
11. Armênia: Le village secret, de Susanna Harutyunyan (traduzido por Nazik Melik Hacopian-Thierry) Gostei muito, texto muito sensível. No começo do século XX um vilarejo escondido mas montanhas acolhe os refugiados da violência na Armênia e tenta parar o tempo e criar a própria identidade.
10. Argentina: Las Malas, de Camila Sosa Villada. Já li muita coisa da Argentina, principalmente durante a faculdade de Letras. Esse foi o último, em 2024. É ótimo, e na tradução brasileira se chama "O Parque das Irmãs Magníficas", e vi muita gente falando por aqui.
Quando o marido acerta no presente. (Ele ia comprar pra ele, né? Mas me mostrou e eu falei q ia roubar pra mim, pq afinal o Sócrates é meu ídolo, a razão pela qual sou corintiana. Daí ele me deu essa e comprou outra.)
Tá contra a luz e nem o filtro ajudou, mas curti o look e resolvi fazer uma selfie.
9. Argélia: Le chaos des sens, de Ahlam Mosteghanemi (traduzido do árabe por France Meyer). A autora é best seller e provoca escândalo por escrever em árabe obras com muito erotismo. Esse também tem história do país, curti bastante.
Sério, gente. É só na minha casa essa palhaçada? Tem 5 dias q essa escova de dentes tá em uso, NÃO TEM CONDIÇÕES.
E finalmente: 8. Arábia Saudita: Le collier de la colombe, de Raja Alem (traduzido do árabe pro francês por Khaled Osman) Difícil, longo, mas intrigante. Em teoria é uma investigação policial, mas tem muita coisa acontecendo.
Sábado meu menino completa 7 anos. Sei anos atrás eu era mãe de um neném desdentado assim.
7 anos atrás eu tava deste tamanho e o abençoadinho ainda ficou quase um mês na minha barriga.
Brigada! Mas o q eu disse por aí nas respostas, minhas selfies são melhores que essa foto profissional.
Tenho um distúrbio de imagem REAL, me enxergo como uma pessoa magra, ainda que na realidade seja obesa (não é só sobrepeso, IMC 30). Aí vejo a foto profissional com queixo duplo e levo um susto.(não é piada, olhando no espelho não vejo nada demais, só uma grande gostosa.)
Não para de chegar gente. Tá um ensolarado, com um vento um pouco gelado, mas tá animado. O estádio inteiro gritando o nome das jogadas na apresentação, bem legal!
7. Antigua e Barbuda. "Lucy", Jamaica Kincaid. A jovem Lucy deixa a família, com quem tem uma relação carregada de rancores, em Antigua e vai trabalhar como au pair pra uma família riquíssima e aparentemente perfeita em Nova Iorque. Adorei, vou querer ler outros dela!
Não tinha me ligado que tem um espelho de corpo inteiro numa sala da firma, e dá pra fazer selfie sem risco de entregar informações sensíveis. E hoje eu tô arrumadinha.
6. Angola. AvóDezanove e o Segredo do Soviético, Ondjaki. Delícia de livro. Tá querendo algo sensível, mas com leveza, poesia e humor pra desopilar em tempos difíceis? Vai nesse aqui.
Tava assim. O que tá escuro, bem no alto da foto, é terra. Tinha muitos lugares em q a neve derreteu, e mesmo pra pisar tava ruim, pq tava instável e às vezes a gente afundava o pé uns 20 cm. Mas povo esquiando, descendo de trenó, curtindo o q dava.
A gente fala sobre visão distorcida da própria imagem, como IA, filtros e excesso de procedimentos vão deixando as pessoas tão perdidas. 46 anos daqui a alguns dias, tô nem com maquiagem nessa foto, e poxa, eu gosto de mim, sabe? Olho no espelho e sinto carinho e respeito por essa mulher cansada.
Sonhei (de novo) q ia pegar o Pedro Pascal, mas sempre acordo antes das coisas de fato acontecerem. Aí acordei e vi notícia de q ele estaria namorando 1 cara tão gostoso qto ele. E lembrei do comentário q + me identifico na internet inteira, no YouTube, do vídeo de Fire meet Gasoline da Sia.
5 atrás eu comia pé de neném. Pq foi só pra isso q eu tive filho: pra comer pé de neném.
3. Albânia. Qui a ramené Doruntine. Ismail Kadaré, traduzido do albanês pro francês por Jusuf Vrioni. O autor transforma um mito fundador da Albânia numa história de investigação, uma delícia de ler.
2. África do Sul. The Black Pimpernel, Zukiswa Wanner. Já li tinha lindo Coetzee, não curto, achei uma mulher lésbica, um livro pra jovens sobre os meses que Mandela passou foragido, achei gostosinho. E boa leitura qdo crionço tiver aprendendo inglês.
1. Afeganistão. Dancing in the Mosque. Homeira Qaderi, traduzido do persa pro inglês por Zaman Stanizai. 1 mãe contando pro filho, cuja guarda ela perdeu no divórcio, a história de sua vida. Gostei muito.
Preciso cuidar da vida, mas o gatinho não sai do meu colo, porque "mamãe é muito bom!"
Fiz foto 3x4 ontem tô meio chateada, pq parece q todos os quilos a + e o colágeno acabando ficaram evidentes (eu sei, eu sei, foto de maquininha é assim mesmo). A outra foto é selfie q fiz pro LinkedIn, não tem filtro, só+ maquiagem e ângulo melhor, tô tão + bonitinha. 🥲