Hélder Verdade Fontes
@heldervfontes
Faço muitas cenas a tempo parcial. Talvez seja eu próprio a tempo inteiro. Simp do Piketty, Polanyi, Byung-Chul Han, Proudhon e Maria da Conceição Tavares. Engenheiro Químico. Mestre em Filosofia, Política e Economia.
Em todo o lado dizem que a Segurança Social e o SNS são fardos muito pesados. Que o Estado Social tem de mudar para ser sustentável. Tudo isso é mito. E nós temos os recursos para não só pagar isso, como criar muito mais: uma sociedade mais coesa, solidária, justa e partilhada.
Uma encomenda do Governo a pessoas que simpatizam com as ideias do Governo concluem uma narrativa que é alinhada com o Governo. Que surpresa. E ainda dizem que é a esquerda que quer politizar tudo ou que tem amarras ideológicas.
"São os preconceitos quanto à riqueza que nos tornam cada vez mais pobres", diz um CEO super-rico, dono de um grupo enorme, casado com uma das mulheres mais ricas do país (Paula Amorim).
O Daniel perdoar-me-á partilhar a crónica dele assim, mas está demasiado boa para não ser lida por todas sa pessoas. "Arrisco-me a dizer que Sócrates foi o melhor primeiro-ministro da democracia portuguesa. Infelizmente, também o mais tóxico para ela."
"Free Money: a debate on Capital, Interest and Free Credit." Proudhon e Bastiat
Assinem esta petição. Por uma mobilidade com sentido em Gaia e não projectos megalómanos sem qualquer tipo de rentabilidade. peticaopublica.com?pi=PT131915
"Uma grande liberdade, maior ainda" Maria Gabriela Llansol
"Le mouvement est la condition essentielle, je dirais presque la matière de'être et de la pensée." Proudhon, Philosophie du Progrès
A negação do Deus clássico, por Proudhon. Le Dieu de Kant, Aristote, de Moise, de Jésus, n'est donc pas vrai puisqu'il exclut la condition la plus essentielle de l'existance dans la nature et dans l'humanité (le Progrès).
"O progresso é o caminho de ferro da liberdade." Proudhon, Philosophie du Progrès
Política monetária conservadora e una + política orçamental com um "orçamento federal" que é 1,25% do PIB europeu (por comparação com quase 20% nos EUA) = garantia de crescimento anémico e desigualitário durante os próximos anos.
O que se está a espalhar pela economia é o crescimento anémico resultante, também, de uma política monetária feita com os pés. Uma subida completamente desnecessária que só vai prejudicar ainda mais os propósitos que temos.
A Eutanásia vista como dar dignidade ao fim da vida já era assim comentada em 1516. A Utopia, de Thomas More.
Sugiro começar por meter a trabalhar os n empresários subsidiodependentes deste país Os que se aproveitam dos incentivos perniciosos do sistema para explorar milhares. Os que utilizam fundos indevidamente para manter uma economia de baixa produtividade e valor acrescentado.
Ah, ainda bem que em 2026 temos mesmo de dizer que as crianças e os pensionistas não têm obrigação de trabalhar. Mas se quiserem, podem. Aliás, deviam. Através dos pais, recebem abono de família. Deviam ir para fábricas mexer em peças pequenas, já que têm as mãos pequeninas.
Provas públicas da minha tese: "Processo de Ruptura em Curso: A desigualdade enquanto desincrustação social". Na FEP, dia 2 de junho, pelas 15h00. Será uma conversa entre Piketty e Polanyi
Thomas Piketty. Voltar a tornar a social-democracia algo de radical.
""O socialismo, revista a forma que revestir, seja qual for o seu escopo, ou há-de ser liberal, organizar-se liberrimamente, ou, não passará de um absolutismo condenado pelo seu vício orgânico a não atingir fim algum elevado." Bernardino Machado, Pela Liberdade.
À boleia de uma alegada eficiência do Estado, o que o governo está a criar são as condições para negócios e projectos ruinosos e com potencial de desresponsabilização total. Vai ser um fartote. Para quem diz que quer eficiência, apresenta-nos o "que se foda" o dinheiro público.
"Não podemos!!! Se não eles saem do país!!! E são eles que criam a riqueza!!!", diz um tipo qualquer da Iniciativa Liberal lá do sítio.
Todos os países que almejamos estão bem acima de nós em despesa pública em % do PIB. A Finlândia tem 10 pontos percentuais acima de nós. Mas andamos aqui a dormir à sombra da bananeira do turismo. Deixem o país trabalhar: metam as mãos na massa.
Nunca pensei concordar inteiramente com o Francisco Mendes da Silva. Não é apenas sobre futebol, é sobre comunidade, pertença e o que nos une.
A prova de que até um relógio parado acerta duas vezes por dia. O FMI está errado em praticamente tudo o que diz, excepto no que diz sobre o IRS jovem, em que é certeiro: "(medidas) distorcionárias, sem evidências claras de eficácia na redução da emigração jovem."