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Fortalecer o Catarinas é fortalecer o jornalismo feminista. Há 10 anos produzimos reportagens, investigações, podcasts, campanhas e coberturas que enfrentam o machismo, denunciam violações de direitos e ampliam debates fundamentais para a democracia.
Em seu primeiro discurso como deputada estadual, Carolline Sardá (PSOL) transformou uma experiência pessoal de violência e revitimização em compromisso político.
Vem aí o Clube do Livro do Catarinas! 📚 Apoiadoras da nossa campanha de financiamento coletivo, a partir de R$ 50 por mês, participam de um grupo exclusivo no WhatsApp e de encontros presenciais em Florianópolis e online. Apoie em catarse.com.br/catarinas.
Hoje é dia de torcer pelo Brasil! O futebol é parte da nossa cultura. É encontro, memória, emoção e alegria. E, como milhões de brasileiras e brasileiros, também estamos na torcida pelo hexa. Mas o futebol também pode ser um convite à reflexão.
Michelle Bolsonaro (PL) afirmou ter sido "maltratada" e "humilhada" por Flávio Bolsonaro (PL), escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro como candidato à Presidência este ano. O que isso mostra sobre mulheres que sustentam estruturas de poder que posteriormente as silenciam e subordinam?
Há 10 anos, o Catarinas denuncia violações de direitos, mobiliza redes de solidariedade e fortalece debates que impactam a vida de meninas e mulheres. Se você acredita que informação pode transformar realidades, fortaleça quem transforma debate em mudança: www.catarse.com.br/catarinas/pl...
Aborto legal é direito garantido para crianças e adolescentes que engravidam em decorrência de estupro no Brasil. A revogação da Resolução nº 258/2024 do Conanda não altera o direito, mas retira diretrizes para fluxo de atendimento que ajudava a proteger as principais vítimas de violência sexual.
O Congresso Nacional sustou uma resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) voltada à proteção de meninas vítimas de violência sexual. Entenda o que diz a resolução: catarinas.info/web-stories/...
Durante o debate, Cazarré utilizou dados falsos sobre violência doméstica para tentar minimizar o impacto do feminicídio no Brasil, afirmando que mulheres matariam mais homens do que o contrário.
“Uma mentira repetida mil vezes não vai virar verdade”. A frase da atriz Leandra Leal resume o debate exibido pela GloboNews na última terça-feira (12), que evidenciou o abismo entre a luta feminista e o discurso conservador.
Neste 13 de maio, reforçamos o pedido por liberdade para Sonia Maria de Jesus e cobramos atuação firme dos órgãos competentes para garantir liberdade a todas as pessoas submetidas à escravidão no Brasil. Como falar em abolição enquanto a Lista Suja do Trabalho Escravo reúne 169 empregadores?
Em matéria para o Portal Catarinas, Maitê Silveira aborda as lutas e as resistências das mulheres imigrantes que buscam reconstruir a vida na Grande Florianópolis. Nesta segunda-feira pós Dia das Mães, destacamos as vivências envolvidas na maternidade.
Quando essa trajetória se cruza com a maternidade, as barreiras se tornam ainda mais complexas: a ausência de redes de apoio e o despreparo das políticas públicas impactam diretamente a vida das mães. Sem acesso ao acolhimento institucional, o recomeço é marcado pela sobrecarga, racismo e xenofobia.
Embora o fluxo migratório seja um fenômeno em ascensão, transformar a capital catarinense em um lar permanece um desafio para parte das mulheres migrantes. catarinas.info/mulheres-imi...
Apoiar esta reforma é a principal forma de fortalecer a Ocupação. Confira todas as informações sobre como colaborar no carrossel. #OcupaçãoLiberata #MovimentoOlgaBenario #Florianópolis
Em Florianópolis, a Ocupação de Mulheres Liberata é um espaço de conquista popular, acolhimento, cultura e educação. Para garantir uma estrutura que permita o acolhimento de mulheres vítimas de violências, a ocupação precisa de reformas estruturais urgentes.
Com cartazes, faixas e palavras de ordem, manifestantes levaram às ruas pedidos pelo fim da violência contra as mulheres, fim da escala 6x1 e também pela revogação da Lei da Alienação Parental (LAP). Confira fotos do ato na capital catarinense. Crédito: Bianca Taranti.
Em Florianópolis, a reivindicação destacou os altos índices de violência contra as mulheres no estado. Santa Catarina registrou 52 feminicídios ao longo do ano de 2025, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP/SC) e do Observatório da Violência Contra a Mulher (OVM-SC).
Convocados pelo Levante Mulheres Vivas e por outras organizações feministas, os atos reforçam a pressão para que o projeto avance no Congresso Nacional. Apesar de aprovado no Senado em março deste ano, o PL segue parado na Câmara dos Deputados, sem previsão de votação.
Nas ruas contra a misoginia! ✊🏾 No último sábado (25), diversas cidades brasileiras realizaram manifestações para cobrar a tramitação do Projeto de Lei 896/2023, que criminaliza a misoginia e a equipara ao crime de racismo.
É o que tem vivido a comunicadora Jennifer Lamounier, 38, em meio à disputa de guarda da filha. O caso expõe como esse vínculo pode ser mobilizado para desgastar, controlar e silenciar mulheres em processos de separação.
Sob a justificativa de “proteger crianças da doutrinação”, a legislação, na verdade, limita o acesso a conteúdos essenciais para entender direitos, desigualdades e violências. Entenda por que a medida é vista como um grave retrocesso no artigo de Paula Guimarães: catarinas.info/sala-de-aula...