strap psíquico da emma frost
@theuniverseis42
Publicitário, escritor recluso, leitor relutante, homossexual profano. Ele/dele.
#030: lésbicas desempregadas contra o fim do mundo. capta todo o horror existencialista das responsabilidades de ser adulto mas sem comprometer a fantasia da coisa toda. claramente tem uma pegada de sátira e também de homenagem às garotas mágicas como um todo. é um abraço.
skid row, 1986. little shop of horrors. de howard ashman e alan menken. frank oz dirige. eu também queria ir embora.
gosto dessa camisa do magneto porque meu peito grande fica maior ainda nela
#029: a estética neorealista me irrita, mas não demora pra que nem a arte e o roteiro resistam à pulsão cósmica de tornar tudo uma grande ópera espacial bem novelesca que nem mesmo o tom sóbrio consegue conter por muito tempo. ótimo ponto de entrada pra quem nunca leu nada dos lanternas!
#028: que acerto! steve rogers num mundo pós-verdade, onde os eua são muito mais agentes do que vítimas do mesmo mal que ele combatia antes de ser congelado. arte pica do valerio schiti, e embora não ligue pro setup pra sagas futuras, é um gibi que dá gosto de ler. zdarsky reizin
#027: tombo absurdo. não conheço o trabalho da kowal e sou fã do brandon faz tempo, então foi uma decepção bem grande em todos os quesitos. tem um conceito sci-fi ótimo e um twist cruel, mas não faz nada de nota com isso. decepção demais.
#026: bem mais do que só heresia. uma jornada mais cômica do que achei que seria, mas que não esconde suas presas afiadas até um soco no estômago muito bem dado no clímax. construção de mundo INSANA. duvido muito que sejam fiéis na adaptação. amada Santa Beatriz.
#025: robert kirkman tenta usar seu melhor para criar sua própria Saga de vaughn, e mesmo que o resultado ainda seja genérico em grande parte, ainda existe potencial para algo aqui com mais sustância do que terem transformers e g. i. joes à solta por aí. arte foda! salva muito.
#024: um grande amontoado de tendências literárias que servem a um casal que não tem motivo pra ficar junto além de muito tesão, uma protagonista incompente, um interesse amoroso sem personalidade e uma mitologia freestyle de dar risadas. ainda assim, eu leria a sequência.
#023: "acho que, ele me oferecesse a menor das esperanças, eu o esperaria para sempre." tristíssimo, especialmente se você sabe um pouco dos rumos para os quais a história levará um mundo já calejado. por isso, acho que a maior ousadia da autora seja terminar com esperança. é muito bem-vindo.
#022: uma prequel bem boa. não acho que alcance o equilíbrio entre slice of life e fantasia que o primeiro livro faz tão bem, mas ainda é gostoso de ler. sei que caíram muito em cima deste livro na época em que saiu, mas lê-lo com certo distanciamento me deixou bem aconchegado.
tomei a decisao irresponsavel de comprar um jogo sem ter recebido ainda (kk) mas naum me arrependo porque pela primeira vez em MUITO tempo passei horas com um sorriso no rosto jogando as vezes stardew valley misturado com persona é janta sim
#021: umas bobeira, gente… tem tanta coisa mais importante…
#020: conclusão bacana e deveras melancólica considerando o que vinha aí pro futuro dos mutantes e o que vinha aí no mundo real. ainda constrange a militância Círculo do DCE, mas as boas batidas emocionais e a qualidade da pancadaria compensam. vale ler
#019: fase de transição da mutandade entre a mediocridade editorial e algo realmente extraordinário. o tom taylor sabe escrever dinâmicas de equipe mas, especialmente, entende a jean como mais do que uma entidade: uma mulher. é brega demais e meio temercore demais, mas vale a pena ler.
#018: interseccionalidade steampunk. chocante isso ser autopublicado antes de conseguir editoras, porque tá acima de muitos dos que tenho visto sair pelos meios tradicionais. talvez o tom agressivo e violento afaste, mas não existe mudança sem destruição. uma das grandes fantasias do ano.
#017: daniel warren johnson e mike spicer são orixás vivos. trabalho absurdo de composição de cor, ação e especialmente o equilíbrio entre a bobagem e o drama. mais violento e denso do que seu desenho de sábado de manhã, mas em essência, um desenho de sábado de manhã. o melhor.
#016: não sei porque ainda tento. a ideia de ser um thriller de máfia sobre uma policial infiltrada numa gangue de magos assassinos é genuinamente bacana, mas parece que tudo tá mais preocupado em agradar o algoritmo do tiktok em vez de fazer uma história de verdade. podrão.